6º Festival de Hip Hop Black Cat

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Dança de Rua Brasil

6º Festival de Hip Hop Black Cat

FESTIVAL BLACK CAT COLOCA O HIP HOP EM EVIDÊNCIA EM DOIS DIAS DE APRESENTAÇÕES DE DANÇA NO TEATRO CARLOS GOMES

Os passos da dança de rua vão ao palco pelo sexto ano consecutivo em Blumenau. O 6º Festival de Hip Hop Black Cat ocorre hoje e amanhã no Teatro Carlos Gomes. Pela primeira vez, o festival terá dois dias. Hoje, apresentam-se grupos de dança de Blumenau e região. Amanhã, alguns grupos de Blumenau repetem as coreografias e dançarinos de outras cidades como São José, Itajaí, Florianópolis, São Paulo e Rio de Janeiro também sobem ao palco. Além da dança, há exibição de grafite e apresentação de canto.

No total, são cerca de 500 bailarinos, entre crianças e jovens, em 20 apresentações por noite – de solos e grupos. No festival apresentam-se oito grupos da professora Bruna Oeschler, organizadora do Black Cat. Entre os jovens dos grupos blumenauenses, a cultura hip hop vai além do ensaio dos passos de dança de rua. A música já têm lugar cativo nos tocadores de MP3 da geração que conheceu um hip hop mais pop, um pouco mais glamourizado, mas não menos dançante.

Para Bruna, é importante explorar as diversas vertentes musicais do hip hop, sem preconceito. Para cada grupo, estilo, música e coreografia são escolhidos de acordo com o perfil dos alunos.

– Tudo se atualiza, tudo se modifica. Acho muito importante conhecer as raízes da modalidade que praticas, para saber evoluir sem perder o contexto. Sem perder a técnica, na coreografia como um todo eu busco a contemporaneidade – explica Bruna.

Workshop

O festival este ano recebeu subsídios do Fundo Municipal de Apoio à Cultura. A verba vai possibilitar outra ação inédita do festival. Todos os dançarinos que participam da apresentação farão gratuitamente três workshops com bailarinos de dança de rua com destaque internacional e receberão deles avaliações sobre as coreografias.

– Ser bailarino é muito caro, todos os eventos cobram inscrição. Este evento não é competitivo, os bailarinos não pagam inscrição, são grupos convidados – diz.

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