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Na tarde desta segunda-feira, 22, durante a abertura da 1ª Semana do Hip Hop, foram realizadas oficinas na Escola Estadual Coelho Neto (Rua Alexandre Herculano, 11, Bairro Bom Jesus). Mais de 50 alunos da 5ª, 6ª e 7ª série participaram de atividades sobre os quatro elementos do Hip Hop: b.boys, MC, DJ e graffiti. (fotos)
Segundo Luti Preira, coordenador-adjunto da Descentralização da Cultura, o objetivo é mostrar nas escolas e à cidade o trabalho que é sucesso na periferia, valorizando a arte da dança, da música, do canto e da rima e pintura. A semana integra o Calendário de Eventos da cidade.
Movimento cultural de massa – Reginaldo Machado, 31 anos, o Du.R, sócio-educador, rapper, integrante da Central Unida das Favelas (CUFA), que há 12 anos trabalha nas comunidades coordenando ações de Hip Hop, foi o palestrante da abertura da Semana. Ele definiu a iniciativa da Descentralização da Cultura como reconhecimento do poder público ao Hip Hop. “E não poderia ser diferente, porque é o único movimento cultural de massa que tem o envolvimento da periferia” enfatizou.
Uma das oficinas mais concorridas foi a do b.boys, ministrada por Marcelo Luiz da Silva Conceição, o Anão, de 21 anos, que mostrou a todos a importância da cultura da dança para aumentar a auto-estima e cuidar da saúde.”Se não se cuidar, não haverá resistência”, afirmou. A outra mais concorrida foi a do graffiti, aos cuidados de Alan Vieira, de 20 anos, o ANN, que trabalha com a arte da pintura desde 1990 por entender que o Hip Hop é uma ferramenta de inclusão social.

DANÇA DE RUA MARANHÃO

Dança de Rua Maranhão, para todos os bboys de plantão, para amantes do HIP HOP.

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