Tradição na Dança de Rua O segundo ritmo em que os dançarinos catarinenses se deram bem foi a dança de rua. Também foram três vitórias. O Grupo de Dança Millennium, de Itajaí, com coreografia de Thurbo Braga, de 41 anos, mais uma vez venceu na categoria conjunto sênior. Thurbo (na verdade, Amarildo, rondonense de Porto Velho), comandou um grupo de 21 adolescentes com uma missão: melhorar o que já estava de bom tamanho. Fechado esse festival, são cinco vitórias consecutivas.

?Coloquei muitos breaks na coreografia, que exigem força e agilidade. Temos as meninas, que fazem os giros tão bem quanto os meninos. É o que o público gosta, foi um ponto forte da coreografia?. Para o ano que vem, a coreografia já tem nome. ?Fora de órbita? quer lançar novas tendências na dança de rua, flertar com a dança contemporânea e o jazz.

Vindas de Camboriú, as garotas do grupo de dança Kaiorra dançaram em trio na Noite dos Campeões. Admiradas e felizes pela vitória. ?Estamos surpresos porque as meninas são muito
novas e a gente não é uma
escola tradicional?, conta a diretora Iolanda Hahn, de 24 anos.

A coreografia de Alan Goeten, 21 anos, exigiu sincronia e deslocamento no palco. A idade das dançarinas é de pasmar: Bruna Tessoni tem 15 anos; Sílvia Bastos, 14; e Milena Linhares tem 15. A escola existe há quatro anos. Participam do festival desde o início, mas sempre fregueses do terceiro lugar. Parte do impacto do trio no palco está no visual. São necessárias quatro horas para que o cabelo de Silvia seja torcido numa trança de raiz.

Outra vitória de Santa Catarina na dança de rua foi numa categoria dispu-tada ? solo masculino. Eliseo Lemos, de 24 anos, dançou com uma camiseta com a fotografia da filha, Melissa, e uma trilha beat box (batida de sons reproduzida pela boca). Foi campeão para a Cia. Join Dance e Studio de Dança Dois Pra Lá Dois Pra Cá, de Joinville.<

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here