As 4 Dicas para Ser um bom dançarino

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O conhecimento que o dançarino demonstra ter, enquanto dança, dos movimentos básicos, e de como se utilizar deles.

Técnica: A limpeza e precisão, assim como uma boa execução dos movimentos.

Ritmo: Esse quesito é o mais importante de todos. O dançarino deve, sempre, estar dançando conforme o ritmo da música.

Musicalidade: O conhecimento musical e capacidade que o dançarino tem de utilizar diferentes seções da música, além da batida principal, como instrumentos, vocais, quebras musicais, e “traduzir” essas seções através de sua dança.

Criatividade: É o quão original o dançarino consegue ser, seja dançando de uma forma diferente e única, ou com movimentos originais (próprios), trazendo algo de novo e criativo para a cena.

Entenda o que é Musicalidade

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O que é a música? Como ouvi-la? Estas perguntas assolam continuamente a nós que gostamos de cantar e também a nós que gostamos de ouvir… É complicado descrever sucintamente o que é boa música. Existem muitas técnicas para cantar e tocar. É preciso muita “bagagem” para ouvir. Isso nos leva a declamar as palavras fatídicas: “Gosto dessa música, não gosto desta.” Vamos aprender a ouvir a música? Não apenas como um sentido simples que a audição permite, mas ouvir com um novo sentido, que definiremos adiante Música x Musicalidade.

Há uma distinção entre música e musicalidade que muitos não percebem e que mostra-se como o mais importante nó desta cadeia. A diferença é simples, mas nem sempre compreendida: música é racional, musicalidade é emocional.A música é, como veremos mais à frente, a emoção transcrita em linguagem humana e, como tudo que é humano, falha. A música por si só não é nada. Ao sair da mente (e do coração) do compositor, ela não é mais que uma tentativa. No entanto, ao passar pelo intérprete e chegar ao destinatário final que é você, ouvinte, ela toma significado pois reveste-se do que chamamos de musicalidade.

Enfim, o que iremos tratar não é da música como técnica, com suas fermatas, colcheias e claves de fá. Iremos tratar de um modo mais interior e mais instintivo, de modo que tudo que você conheça sobre música torne-se cada dia novo, num aprender perene.Aqui vale avisar que a própria maneira que temos de registrar a música é em muitos sentidos limitada. Pergunte a qualquer músico se é possível demonstrar tudo o que ele deseja através do sistema de notas que temos hoje e você verá que a resposta será invariavelmente não. Isto porque o sistema é composto de doze semitons, que vão de Dó a Si, que conseguem transmitir muito do que a música expressa, mas não tudo. A diferença entre esta capacidade e a verdadeira intenção do compositor é o que chamamos de musicalidade.

Toda música contém doses generosas de emoção e quanto melhor a música, mais fácil fica para nós, diletos ouvintes, captarmos seu sentido e sua carga emotiva. A música pode transmitir ódio, paz, amor, tristeza, serenidade, patriotismo, inveja, júbilo, confiança, enfim, todas as emoções podem ser escritas em sua linguagem própria, que é a nossa música. A transmissão destas emoções é análoga à transmissão através de um telefone, por exemplo. Alguém fala, esta voz é transformada (através de equipamento apropriado para isto) em sinais elétricos, que por si só não falam. Estes sinais são enviados por um meio (apropriado!) até quem escuta. Os sinais são trasformados novamente em voz (via equipamento apropriado) e podem ser compreendidos. Na música ocorre o mesmo!

Existe alguém que deseja enviar uma emoção: o compositor. Ele transforma através de equipamentos apropriados esta emoção em algo passível de transmissão: a partitura ou uma gravação. Então, esta emoção codificada é enviada através de um meio apropriado: o intérprete, até que chega ao outro equipamento apropriado: o ouvinte. Ela então é novamente transformada em emoção e fecha-se o circuito.No entanto, como numa chamada telefônica, precisamos sempre dar confiabilidade à nossa “linha telefônica emocional”, ou seja, precisamos fazer com que os meios fiquem apropriados para tratar a informação de modo eficiente.

O intento deste ensaio é exatamente descobrir como entender a mecânica dos meios de transmissão musicais e como fazê-los exibir seu potencial máximo, dentro do limite de cada um. Se você acha que não tem dom para a música, leia este texto e depois diga-me se continua com a mesma opinião.

Funções da Música:

Para que serve a música? Primeiramente, como vimos, para transmitir emoções. Mas, para que transmitimos emoções? Para uma infinidade de objetivos, sejamos sinceros… Podemos usar a música para declarar o nosso amor, para acalmar nossa vida, para chamar à luta, para elogiar, para agredir, para consolar e para o que chamamos de louvor. É sobre a função de música como instrumento de louvor que queremos chegar, mas antes há uma longa estrada à frente…

O uso que se tenha da música quase que independe do sentido que atribua-se à mesma. Uma música de protesto e uma música de amor têm a mesma alma, só mudando a sua utilização. Não é a toa que podemos encontrar em canções frases como “A mão que toca um violão, se for preciso vai à guerra…”. A música, como a mão, só conhece seu uso através do instrumentista que a manipula.

Podemos distinguir vários estágios de comunicação humana, e em seu ápice encontramos a própria música que é, se assim podemos dizer, o nirvana da comunicação.
Um exemplo, a tempo: se você é um homem e vê uma mulher, muito da comum, andando pela rua, você expressará: “vi uma mulher andando pela rua”.Isto é prosa. Você pode descrever a mulher dos pés à cabeça, e o máximo de informação que conseguira é o que a realidade apresenta. Nada mais e, se for bem observador, nada menos. Se a mulher for bonita, e fizer com que você pelo menos desvie um pouco da sua linha de pensamento, você pode se expressar assim: “Ó que maviosa ninfa que do mar emerge e inunda o mundo de luz.

Olhos meus, por que me traem assim?” etc., etc., etc. Isto é poesia, que contém muito mais informação que a prosa, mas ainda tem seus limites.Ainda que tenhamos já entrado no campo do imaginário, existem cargas maiores de emoção que podemos passar. De repente você “aquela” deusa! Seu coração bate mais forte, sua barriga gela e você fica o bobo padrão. Se você for um Vinícius de Moraes, provavelmente sua forma de expressão será: “Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça, é ela a menina que ri e que passa, num doce balanço a caminho do mar”, acompanhado de uma bela canção, que todos conhecem. Se você não chegar num Vinícius, pelo menos o desejo de compor uma canção ficará no ar.

O belo da música está na quantidade de emoção que podemos expressar por ela. A realidade não é mais a mesma, mas é moldada de acordo com o desejo (e a categoria) do compositor. Nisto podemos encontrar o homem como criador, e não apenas criatura. Nenhuma outra coisa no mundo conseguiu conciliar num mesmo pacote emoção e razão de uma maneira tão perfeita.

Musicalidade = Música Caseira

É impossível definir exatamente o que é musicalidade, pelo simples fato de que é impossível definir emoções, mas vamos lá: Musicalidade é o instrumento que temos para transformar sinais sonoros em emoção, e vice-versa. É a musicalidade que capta e diferencia os diversos teores da música e chaveia: isto vai para o cérebro, isto para o coração. O que vai para o cérebro é a parte da letra e os sons que nos são agradáveis ou não, ou seja, a parte física e racional da música. O que vai para o coração é a emoção destilada, em seu estado mais puro.A maior ou menor semelhança com a emoção inicial, que estava com o compositor, vai depender de onde ela passou: desde o próprio compositor, passando pelo intérprete e chegando ao ouvinte. Quanto melhor a qualidade do meio, mais precisa é a comunicação. Resta a nós aperfeiçoar-mos em nós mesmo cada um deste meios, desde a composição até a audição.
Você pode dizer, assustado: “Mas eu não sou músico!!!”.

Provavelmente você é e não sabe, ou tem medo de saber, medo de conhecer o poder de criação que existe em você. Sãoraras as pessoas que não têm o dom da música e mais raras ainda as que não têm musicalidade. Das primeiras ainda conheci algumas, mas não encontrei ainda em meus anos de vida quem não tivesse musicalidade, a ponto de achar que musicalidade é como cérebro e coração: todo mundo que é vivo tem. Se você sabe diferenciar uma música de uma prosa ou poesia, você possui musicalidade. A maior ou menor qualidade desta sua musicalidade depende de sua história, mas sempre pode ser desenvolvida, de maneira que ainda não tenha imaginado, pois aí reside a maravilha da emoção.

“A Prática Leva à Perfeição”. Como em tudo (ou quase tudo) na vida, esta frase tem sentido aqui. Para aprimorar seu “instrumento” de musicalidade, é preciso praticar: escute, tentando compreender o que você realmente sente. Ceda à força que têm a música e faça aflorar seus sentimentos. Escute cada nota como se fosse a última nota permitida a você escutar. Faça disso um jogo particular e verá como sua musicalidade melhorará muito!

Oficina

Atividade 1: Escute algumas músicas, de vários estilos e tente relacioná-las com uma das emoções abaixo:
Medo Alegria Paz Tristeza Amargura Confiança Melancolia Ódio Remorso Júbilo Contemplação
Atividade 2: Jogo: Dançando de Acordo com a Música num grupo, formem um círculo. Uma música irá tocar e um escolhido previamente deve rumar-se para o lugar de outro, dançando de acordo com o ritmo do momento. Quem estiver no lugar a ser tomado, deve sair e fazer o mesmo. Quando o ritmo mudar, a dança muda junto!
Atividade 3: Escute música instrumental e preste muita atenção aos seus pensamentos. É sobre isso que a música fala a você. Este é um bom exercício para se fazer em pé e no escuro (ou de olhos fechados).

Elimine qualquer tipo de interferência e deixe a música agir.

 

 

Saiba o que é Ritmo

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Ritmo vem do grego Rhytmos e designa aquilo que flui, que se move, movimento regulado. O ritmo está inserido em tudo na nossa vida. Nas artes, como na vida, o ritmo esta presente. Vemos isso na musica e no poema. Temos a nos reger vários ritmos biológicos que estão sujeitas a evolução rítmicas como o dos batimentos cardíacos, da respiração, do sono e vigília etc. Ate no andar temos um ritmo próprio.

Ritmo é o tempo que demora a repetir-se qualquer fenômeno repetitivo, mas a palavra é normalmente usada para falar do ritmo quando associado á musica, á dança, ou a parte da poesia, onde designa a variação (explícita ou implícita) da duração de sons com tempo. Quando se rege por regras, chama-se, métrica. O estudo do ritmo, entoação e intensidade do discurso chama-se prosódia e é um tópico pertencente á lingüística. Na música, todos os instrumentos lidam com o ritmo, mas é freqüentemente encarado como o domínio principal dos bateristas e percussionistas.

Segundo alguns autores, os conceitos de ritmo podem variar:

*Para Berge o ritmo é uma lei universal onde tudo submete.

*Dalcroze o caracteriza como principio vital e movimento.

*Platão sistematiza o ritmo, colocando – como definição de movimento ordenado.

A rítmica PE uma ciência do ritmo que objetiva desenvolver e harmonizar as funções motoras e regrar os movimentos corporais no tempo e no espaço, aprimorando o ritmo.

Embasado –se nestas conceitos, fica clara a importância que o ritmo tem na nossa vida, tanto através de influências tanto externas quanto internas. O desenvolvimento e aperfeiçoamento do mesmo torna-se muito importante, pois o ser humano é dependente do ritmo para todas as atividades que for realizar, como na vida diária, profissional, desportiva e de lazer.

O ritmo poder ser individual (ritmo próprio), grupal (caracterizado muito bem pela dança, o nado sincronizado e por uma serie de atividades por equipe), mecânico (uniforme, que não varia), disciplinado (condicionamento de um ritmo predeterminado), natural (ritmo biológico), espontâneo (realizado livremente), e refletido (reflexão sobre a temática realizada), todas estas variações de ritmo podem ser trabalhadas na escola com diferentes atividades.

Fonte: Blog Soul Street’s Dance

Sobre Ragga Jam

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O Ragga Dancehall é o mistério da vida de Laure, nada lhe predestinava a seguir a dança. Porém, sempre foi atraída pelo ritmo e a energia da cultura afro, após procurar aulas desse tipo em 1990 e não encontrar, decidiu criar a dança de seus sonhos. Usou a música que lhe agradava, o raggamuffin, inspirou-se na energia e nas coreografias da dança afro, utilizou uma didática que permitia a todas as pessoas se encontrarem e compartilharem o que sentiam. Assim, criou o Ragga Jam® em 1996 e registrou-o como técnica e marca. Em 1998 foi para as Antilhas ensiná-lo, “Voltei encantada e a resposta das pessoas foi muito positiva. Decidi continuar desenvolvendo minha técnica.” Iniciou a ensinar em Paris e obteve sucesso absoluto, chegando a ter 350 alunos por aula. Mesmo sem o apoio de ninguém no início, por ser branca e ensinar uma cultura negra, Laure encontrou sua manager Stella Diblik, que lhe abriu portas para ensinar em outros países, como Espanha, Itália, Alemanha, Suíça, Finlândia, Hungria, Rússia, etc.

Em 2 anos, o Ragga Jam® foi reconhecido como uma marca internacional, então, começaram os cursos de Formação e as primeiras audições para instrutores e dançarinos em diversos países. Em 2000, a Nike pediu para Laure ser uma de suas atletas européias e ofereceu a proposta de tornar o Ragga Jam® a atividade central da Nike Women, assim nasceu o Ragga Jam® by Nike, que invadiu Paris.

Porém, seu destino levou Laure para as Américas, o primeiro país escolhido para o Ragga Jam® foi o Brasil, onde, nos anos de 2007 e 2008 aconteceram as primeiras Formações Ragga Jam®, de onde saíram os teams de dançarinos e de instrutores brasileiros. Nos últimos 2 anos, Laure continuou rodando pelo mundo levando sua técnica para lugares como o consagrado Broadway Dance Center (NYC) e o conhecido reality So You Think You Can Dance (Polônia).

Em 2007, tivemos a primeira Formação Ragga Jam® Brasil, que reuniu mais de 60 pessoas na Academia EcoFIT Club em São Paulo, com diversos masterclasses e explicações sobre a cultura afro-jamaicana. Em 2008, com mais de 80 participantes, aconteceu a segunda Formação Ragga Jam® Brasil, na Sala Crisantempo em São Paulo.
Neste ano, a Formação Ragga Jam® Brasil, mais uma vez, traz Laure Courtellemont, a criadora do Ragga Jam®, que comanda o curso através de diversos masterclasses, aprofundamento na técnica e pesquisa histórica e cultural. O curso de Formação, ao contrário do que muitos pensam, é um curso aberto para todas as pessoas que tem interesse e querem aprender mais sobre Ragga Jam® e sobre a cultura afro-jamaicana em geral. Todos os participantes saem com um certificado de participação (esse certificado não dá o direito de ensinar a técnica Ragga Jam®).
Nesses 2 dias, os participantes terão aulas práticas (técnica, feeling, danças sociais, sequências coreográficas) e teóricas (sobre a cultura, a dança, a música); uma verdadeira imersão na cultura afro-jamaicana! Para a Formação ser ainda mais completa, nesse ano teremos a presença do DJ Pogo, que tocará ao vivo durante toda a Formação! 

Além disso, nesse ano 2010, teremos uma FESTA no domingo, após o curso de Formação (horário previsto das 22h às 02h) com o DJ Pogo e o DJ Guiu!

Esclarecimento: Ragga Jam não é Dancehall e não faz parte do Street Dance, eles apenas andan juntos.

História e Conceito Krump/Krumping

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Todos os grandes movimentos começam com um começo humilde, e tal foi o caso com a dança Krump. Seu início precoce pode ser rastreado até 1992, quando em South Central, Los Angeles o residente Thomas Johnson (Tommy Clown) teve um trabalho divertido com sues filhos em uma festa de aniversário. Ele rapidamente descobriu que o seu estilo único de dançar hip-hop, vibe positiva, e de alto desempenho energético foi um sucesso com as crianças.

A partir daí, a mensagem começou a espalhar rapidamente, e um movimento conhecido como “Clown Dancing” nasceu. Freqüentemente confundido com Krump, Clown Dançe foi um desempenho à base de estilo que visa entreter e proporcionar uma saída positiva para os jovens de South Central, em Los Angeles. Durante vários anos, Clown Dancing assumiu Los Angeles e começou a espalhar por todo o país.

Capturando a atenção de Ceasare Willis (também conhecido por Tight Eyez) 14 anos de idade , que tinha recentemente sido transferido de volta para South Central depois brevemente morar na costa leste da ilha, em 1999. Foi no Clowning crew que freqüentemente realizam festa em seu bairro, que ele logo encontrou-se nas esquinas tentando imitar o estilo enérgico de Tommy o Palhaço.

Após uma falha na audição com Tommy’s Crew, Tight Eyez foi determinado a dominar equilíbrio e movimento. Ele imediatamente introduziu em si mesmo todos os estilos de dança, incluindo desempenho, como parte do ballet em seu grupo de escola. Direito em torno desta vez, Tight Eyez reuniu colegas como a dançarina Mijo, que inicialmente foi abordado por causa de sua capacidade de dominar a difícil C-walk dança circular, que ela viu Tight Eyez dançando em uma festa.

Os dois rapidamente se tornaram amigos e começaram a trabalhar no laboratório onde iria partilhar ideias e trabalhos em dominar seu próprio estilo de dança. Chamavam-lhe “Wilin ‘Out”, e fez dela a sua missão de espalhar-lo em partes, as batalhas, ou onde quer que eles tivessem a chance.

O desenvolvimento deste estilo finalmente levou a uma segunda audição com Tommy o lider da Clowing Crew. Na sequência desta audição, tanto Tight Eyez como Mijo integraram-se em uma segunda etapa em Clowning Crew chamada “The Lay Clown’s Low” em 2000. Como parte da Crew Lay Low, Tight Eyez e Mijo, convidaram Lil ‘C, e começou a ensinar-lhe a Wilin’ Out estilo de palhaço dançar.

À medida que aumentou até o nível mais alto, Tommy’s’ High Class Clown’s “, rapidamente se tornou evidente que o seu estilo era diferente dos outros bailarinos. Inicialmente, as sessões de batalha foram realizadas todas as sextas-feiras, e 100 bailarinos e espectadores iriam aparecer para ver os inovadores movimentos, combos, Arm Swings e Chest pops que foram decorrentes dessas sessões.

Tight Eyez e Mijo batizou este excitante novo estilo de “Krump”, que foi uma peça sobre o Sul do rap gênero conhecido como ‘Krunk’. Krump era um estilo mais agressivo do que Clowning, e era uma maneira de expressar raiva, frustração, e outras emoções intensas, por oposição a apenas entreter espectadores. Em 2001, Tight Eyez, Mijo, e Lil ‘C com Tommy’s Crew iniciou o processo de passar a palavra deste novo estilo de dança. Embora eles não fossem claramente Clown dancer’s, eles ainda estavam pintando seus rostos.

Toda esta situação se altera em uma noite no estacionamento de um supermercado sobre o infame Crenshaw Boulevard. Tight Eyez e sua Crew participou em uma épica batalha contra a rua “Get ‘Em Up Clowns”, no estacionamento de um supermercado Ralph’s. A matéria-prima urban’s vibe desta batalha convencido Tight Eyez nota que a pintura já não reflectia o que estavam fazendo e quem eram, e foi neste momento que ele percebeu que ele era realmente um Krumper, não um palhaço.

Embora esta revelação viria a provocar um dos maiores marcos na história do Krump, foi um momento crucial na gênese do Krump. Então Tight Eyez e Mijo formou a Cartoonz, um grupo constituído por dançarinos original Krump, e eles começaram a ensinar aos bailarinos os diferentes estilos que chamaram de Krump. Em 2003, os fundadores do movimento Krump, Tight Eyes e Mijo, formou-se como professores e em 2004, todos eles oficialmente criaram a Crew Krump Kings”, que consiste na originalidade Krumpers.

Foi então, com a ajuda da KK inc. Krump que realmente teve o vento que precisava para espalhar um novo movimento mundial. Com filmes e DVD’s instrucionais e introspecções dos bailarinos, os seus hábitos e crenças, os jovens em todos os lugares foram capazes de se relacionar com os Krump Kings, foi rapidamente estabelecida como a maior comunidade on-line Krump para bailarinos e praticantes. Desde então, a Krump Kings tem viajado ao redor do mundo, a fim de compartilhar esta arte com os fãs e difundir os ideais em que a Companhia KK Crew representam; Esperança, Liberdade, Amor, Paz, Unidade e finalmente … Fé.

Seguem abaixo os principais movimentos de Bases;

Clown Dancing, Arm Swings, Chest pops, Chest locks, Foot Stomps, Leg Pops,Hand Grabs, Shoulder Rolls…

Kingdon
Radically
Uplifted
Mighty
Praise

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Waacking / Punking

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Waacking surgiu originalmente no ano de 1971 no underground gays club de Nova York mas a cultura da dança nasceu em Los Angeles, um estilo de dança vertical que se desenvolveu na Costa Oeste nos anos Soul Train, com a interpretação gay do locking. É uma eletrizante forma de dança,com enfase em movimentos complexos e altamente dinâmicos dos braços e mãos que se assemelham a implantação de Locking no pulso, mas mais exagerado e prolongado e ressaltam sensualidade e força ao mesmo tempo.

Este estilo de dança também incorpora angular afiada poses, que é chamado Vogueing, um estilo comumente feito em conjunto com wacking. Waacking é mais freqüentemente feita por homen e mulheres e agora ele pode ser dançado com um leque de gêneros musicais da casa de Hip Hop.

Este estilo de dança também é comumente incorporado em conjunto com outras formas de dança, tais como Locking e House.Apesar de ganhar popularidade apenas nos últimos anos, waacking estabeleceu mundialmente como uma forma de dança urbana. É divertido, cool, enérgico e adequado para qualquer entusiasta de dança que quer tentar algo novo. Estilo criado dentro dos conceitos do Locking, ou seja, não tem como você separar essas danças.

Locking é praticamente o “pai” do waacking,é necessário saber muito de locking pra entender e se aprofundar no waacking, é o mesmo que Waving dentro do universo do Popping, ou Lofting Dentro do House Dance. Waacking é uma versão gay do Locking, pode parecer engraçado mas é o que aconteceu, uma comunidade gay desenvolveu o estilo dentro dos conceitos do Locking,depois as mulheres e até mesmo dos membros dos The Locker’s aderiram o estilo, como Shabba Doo por exemplo.

Shabba Doo foi quem ensinou Lollipop sobre Waacking/Punking, e hoje ela é ainda o maior nome desses estilos, Punking começou com um tipo de brincadeira onde as pessoas gostavam nos Clubes de imitar os casais brigando então,nesse caso Punk vem de bater de espancar.No início as pessoas dançavam juntas para sempre imitar os casais brigando sem se tocar mas depois de um tempo começou a se dançar separado, então foi quando o Waacking se misturou.

Sendo se, assim quando se faz os passos dando socos em cima da cabeça ou no ar, etc .. Isso é Punking, mas não se esqueça que Punking anda junto e que também nem todos os movimentos são Waacking. As duas danças se tornaram uma só.

Pioneiros: Lamont Peterson, Ruben Williams, Derrick Bennett, Gary Keys, Gary Harris, Blinky, Micky Senhor, João Pickett, Tommy Lil, Andrew Arthur, Frank, funileiro, Billy Starr, Billy Goodson, Lonnie Angelo, Carajal Michael, Danny Lugo, Manuel Victor, e Tyrone Proctor.

Primeira Aparição: Show de Diana Ross á rainha da disco music.

Influências de outras danças no “waacking”

*Jazz;
*Afro;
*Dança flamenca
*Locking
*Garbo style

Foundations – Nomenclaturas
1 – MAMMA MIA
2 – CORTEZ
3 – ARCHER
4 – BOLO (TINKER STYLE)
5 – AROUND THE WORLD
6 – WAACK ATTACK
7 – REVIEW
8 – CUCHILLO
9 – ELEGANT
10 – THE STEP BEHIND
11 – SLICE
12 – SITTING STEP DOWN
Fonte: Frank Ejara (BRA.), Urban Groove Stylz One (EUA),

História do Up Rocking

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Estilo criado entre 1967 e 1969 pelo dançarinos (Rockers) Rubber Band e Apache idealizadores da crew Dynasty Rockers),do bairro do Brooklyns em Nova York (EUA). Rubber Band desenvolveu a dança com o passo “Jerk” e Apache contribuiu com o gestual das mãos conhececido como “Burn”. Muitas Gangs aderiram ao estilo no inicio dos anos 70 para resolverem suas diferenças sem usar a violência, logo depois o Up Rocking deixou de ter uma relação apenas co membros de gangs e passou a ser uma linguagem de dança que vários jovens aderiram, muitos grupos de Up Rock marcaram o nome da história como: Touch of Rock, Nasty Rockers, Mysterious Rockers , MTC Jigabugs, Dynamic Spinners, Non Stop Rockers, All Star Rockers, Symphony Rockers, IND Dancers, Supreme Rockers dentre outros

Características do Up Rocking:

O estilo consiste em uma dança que simula uma luta, dois grupos de dançarinos se formam em linha, sendo que cada individuo fica frente a frente, essa formação é chamada de “Apache Line”. A música é o guia não somente rítmico, mas também lírico para executar os Burns e Jerks. Vence aquele que interpretar melhor a música e “humilhar” seu oponente com sua criatividade ai executar os Burns. No meio dos anos 70 a dança Up Rocking Original desapareceu, porém deixou sua herança com os b.boys do bairro do Bronx que continuaram fazendo seus passos. Cabe lembrar que o dançarino de up rocking era denominadode rocker.

Fonte: Blog Soul Street’s Dance.

História e Origem do Street Dance

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Street Dance é um rótulo que os americanos criaram para identificar os estilos de dança que surgiram nos guetos e centros urbanos. Muitos pensam que Street Dance é um único estilo de dança, mas na verdade é apenas um termo que engloba vários estilos de dança. A primeira vez que o termo surgiu foi nos anos 30 com o surgimento do Tap Americano (Sapateado). Os negros americanos, influenciados pelo sapateado clássico Irlandês, criou uma dança nova com a técnica percussiva dos sons dos pés somada a estrutura e movimentação corporal das danças africanas, uma vez que estas eram sua herança cultural.

Por ser uma dança Urbana e que não tinha mais relação com o clássico deram o rotulo de Street Dance.Depois do Tap se estabilizar na América e se tornar uma dança popular entre anos 30 e 60 nada de novo apareceu e o termo Street Dance ficou em desuso. Somente em 69 esse termo ressurgiu quando Don Campbellock criou a dança Locking.

Em seguida nos anos 70 varias outras danças surgiram nos estados unidos com a mesma origem, uma dança Urbana e popular. Apesar de Street em Português significar “ Rua”, para os Americanos ela não tem exatamente essa conotação, porque, neste caso, Street Dance significa “Dança Urbana do Povo” que não veio do meio acadêmico. Não quer dizer exatamente que ela foi inventada ou dançada nas Ruas.Entre os estilos de dança urbana, apenas o B.Boying foi criado exatamente nas ruas, durante as Block Partys (festas de rua), que deram origem à Cultura Hip Hop.

Nos dias de hoje quando se diz Street dance ou Dança Urbana Americana você entende por: Locking, Wacking/Punking, Up Rocking, Popping (Waving, Scare Crow, Animation, King Tut, Sacramento, etc.), Boogalooing, B.Boying, Freestyle Hip Hop e House Dance.

Os demais estilos de dança tiveram diferentes ambientes para sua criação como Clubs (danceterias), programas de TV, Concurso de talentos estudantis etc… É das Ruas porque veio de pessoas que vivem nas cidades.

Sendo assim, quando se diz fazer Street Dance é necessário ter embasamento em todos os estilos desse universo e mesmo que o dançarino escolha uma técnica do Street Dance para se aperfeiçoar, é importante ele saber sobre os demais estilos para poder entender e se integrar a cultura.

Assistir Filme Online Street Dance 3D

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Sinopse: As coisas não podiam estar a correr melhor para a dançarina de rua Carly. Está apaixonada pelo carismático namorado, Jay, e o seu grupo de dança chegou às finais do Campeonato de Inglaterra de Dança de Rua. Mas tudo se altera quando Jay abandona Carly e o grupo, pondo em causa os sonhos dos bailarinos de rua. Destroçada, Carly luta para provar ao seu grupo que os pode levar à vitória. Mas, depois de uma série de revezes, entre os quais terem perdido o espaço para ensaiar, ela começa a duvidar das suas capacidades de liderança. É então que uma professora de ballet, Helena, impressionada pelas capacidades de Carly e sua troupe, faz um acordo com eles: podem ensaiar no luxuoso estúdio da Academia de Ballet se em troca aceitarem colaborar com os seus bailarinos clássicos. Um choque de culturas é o que resulta quando os dois muito diferentes estilos de dança se confrontam…

Elenco:
Charlotte Rampling … Helena
Nichola Burley … Carly
Richard Winsor … Tomas
Rachel McDowall … Isabella
Ukweli Roach … Jay
Frank Harper … Fred
George Sampson … Eddie
Eleanor Bron … Madame Fleurie
Jeremy Sheffield … Michael
Sianad Gregory … Chloe
Flawless … Dance Crew
Chris Wilson … Cafe Parent
Patrick Baladi … Mr Harding
Sacha Chang … Aimee
Diversity … Dance Crew
Tameka Empson … Sharonda
Jennifer Leung … Bex
Teneisha Bonner … Shawna
Jocelyn Jee Esien … Delilah
Mark Tristan Eccles … Trendy Guy in Park
Lex Milczarek … Boogie
Kofi Aggyman … Mack
Brendan Conway … Audience Dancer / member
David Cunningham … Audience Member
Bradley Charles … Frankie
Jon Adam Freeman … Mall Shopper
Hugo Cortes … Gabe
Rhiann Keys … Ballet Dancer
Daniella Masterson … Ballet Dancer
Simone Liebman … Cafe Customer
Lauri Brewster … Girl in Car
Bacilna-Brittany Li … Tourist

Título Original: Street Dance 3D
Gênero: Drama / Musical
Duração: 90 Min.
Ano de Lançamento: 2010
Tamanho: 880 Mb
Formato: CAM
Áudio Codec: MP3

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Título Original: You Got Served
Gênero: Drama
Origem/Ano: EUA/2004
Duração: ? min
Direção: Christopher B. Stokes

Sinopse: You Got Served acompanha o competitivo mundo da dança de rua, a chamada ‘street dancing’, na qual grupos disputam entre si em troca de dinheiro e reconhecimento. Elgin (Marques Houston) e David (Omari Grandberry) são grandes amigos e líderes do melhor grupo de dança do bairro. Quando uma outra equipe famosa da cidade os desafia, David e Elgin – ao lado de seus companheiros (Jarell Houston, DeMario Thornton e Dreux Frederic) – se vêem obrigados a criar os mais modernos movimentos e passos para conseguirem manter-se no topo. A disputa fica ainda mais acirrada quando parceiros passam a confrontar suas próprias adversidades e os reais motivos de sua discórdia vêm à tona. Até a realização na cidade da grande batalha final entre equipes, David e Elgin terão de superar suas diferenças e provar que permanecem sendo os melhores dançarinos de rua da cidade.