Tutoriais de Break Dance

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Agora disponível em DVD, Gostaria de saber como breakdance? Cada 30 minutos de vídeo coleção é instruído pelo renomado dançarino de break Mike Garcia também conhecido como “Breaker”. Durante sua carreira, agora com 18 anos como um break dancer profissional, ele tem entretido audiências de Las Vegas para Moscow. Algumas das suas aparições na televisão incluem, Late Night with David Letterman, televisão Showtime, Nickelodeon, MTV e Next Big Star, suas aparições show ao vivo incluem Ceasar’s Palace (LasVegas) Trump Taj Mahal (Atlantic City) A debandada de Calgary, no Canadá e Praça Vermelha, Moscovo, Rússia. A experiência faz a diferença quando se trata de ensinar e ele traz todos os seus anos de profissional para você nestes vídeos. Agora, ele compartilha sua experiência profissional com o passo-a-passo. Neste segundo volume, você aprenderá movimentos populares, tais como:

– Headspin
– Flares
– Congela
– Embaralha
– 1990’s
– Martelos pneumáticos
– Tartarugas
– Coindrop
– Kicks jester
– Airfreeze backspin
– Golpes de cotovelo
– Robô
– Headspring
– Furacões

Comprimento:
30 minutos

Elenco:
Mike Garcia

Gêneros:
Interesse Especial
Hip-Hop e Dança Contemporânea
Dance

Outras características:
Cor; menus interativos, acesso à cena.

Formato de Tela:
Full Screen 1.33:1

Língua e Som:
Inglês: Dolby Digital 2.0 Stereo

Original Release Date:
2006

Estúdio:
UBA Inc.

Torrent download


Conecte-se na Gírias de Hip Hop

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Aprenda as gírias mais usadas pelo pessoal do Hip Hop, muitos já ouviram muitas gírias que nem se passa pela cabeça o que significa isso, elas são geralmente ditas pelos bboys, rappers, mc, grafiteiros de todo nosso Brasil.

Aqui você pode se ligar no Dicionário da galera Hip Hop.

Grafite – Hip Hop

  • Atropelo: Invadir o espaço de outro grafiteiro.
  • Break: Dança típica do rap que contém movimentos como o Giro de cabeça, rabo de saia, além de saltos mortais são alguns passos do break.
  • Bomb: Forma contraída de bombardeio: grafites feitos sem autorização.
  • Crew: Turma de grafiteiros que se reúnem para grafitar juntos.
  • Coxinha: Policial
  • Crocodilagem: Traição
  • DJ: Disc-jockey ou operador discos. É o responsável de encontrar músicas, compositores e editar as batidas.
  • Freestyle: Disputas de MCs no improviso.
  • Grafite: Manifestação de arte com objetivo de transmitir uma mensagem, no geral, de protesto.
  • Grafiteiro: O que faz grafite.
  • Hip Hop: Hip = quadril, Hop = salto. União de elementos como o rap, o break, o grafite, DJ.
  • Mano: Designação de um membro do grupo reconhecido como igual
  • MC: Mestre de Cerimônia que anima as festas.
  • Mil grau: Afirmação de quem valoriza e apóia a atitude do outro.
  • Na gringa: No exterior.
  • Produção: Grafite que atinge todas as classes.
  • Rap: Rythm and Poetry (ritmo e poesia). É a música produzida por DJ e rappers com letra falada ou declamada.
  • Rapper: Cantor do rap.
  • Sampling: As técnicas de produção de uma música a partir de pedaços de outras.
  • Scratch: Rotação anti-horária no toca discos.
  • Toy: Grafiteiro ruim.
  • Wild style: Estilo de grafite em que as letras são de difícil leitura.
  • Zé Povinho: Indivíduo de atitude duvidosa.

Dicionário Hip Hop adaptado de IG Jovem.

Foto do grafite: Radar Urbano.

Características do Popping

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Boogaloo Sam, nascido em Fresno, pequena cidade da Califórina (Estados Unidos) foi o responsável pela criação do estilo Popping. Como muitos nos Estados Unidos, Sam também tinha seu grupo de Locking no inicio dos anos 70, porém em meados de 75 ele começou a conceber seu próprio estilo. Seu grupo, Electronic Boogaloo Lockers então mudou o nome para Electric Boogaloos.

Surgiu no início dos anos 70 em uma pequena cidade americana chamada Fresno na Califórnia. Seu criador foi Boogaloo Sam que logo mais formaria um grupo chamo Electric Boogaloo. O Popping é a evolução de uma dança antiga, o Robot (que era apenas a cópia dos movimentos mecânicos de um robô). Mas o estilo ficou muito mais complexo, pois, não é tão frio como o Robot, tem muito mais energia e se apropria de movimentos de ilusão, mímica, lown (palhaço), desenhos animados e dança indiana, também foi inspirado por passos usados pelo cantor James Brown que ele mesmo chamava de Boogaloo (fazendo ondas pelo corpo).

Características do PoppingBoogaloo Sam eletrificou o Robot e somou ao Boogaloo de James Brown. Do Popping também surgiu um passo muito conhecido e usado por Michael Jackson, originalmente Back-Slide (deslizar para trás), pois Moonwalk como foi chamado por Michael, na verdade é quando se desliza para frente. Boogaloo Sam, irmão de Poppin Pete que atuou no filme Break Dance, no clipe Bean it de Michael Jackson entre tantos outros, ele também fazia parte do Eletric Boogaloo. Apesar de ser criado em Fresno, muitas cidades da região como Backersfield, Sacramento e Compton, desenvolveram seu estilo e passos próprios no Popping. Isso ajudou a desenvolver a dança mais ainda. E quando chegou até o mundo nos anos 80 já era algo extraordinário.

Grandes dançarinos da segunda geração como Boogaloo Shrimp (Turbo no filme Break Dance) e Poppin Taco (filme Break Dance) ficaram conhecidos no mundo inteiro por causa de suas inovações no Popping. Muitos dançarinos da primeira geração como Poppin Pete, Skeeter Rabbit continuam na ativa até hoje e viajam o mundo passando para as próximas gerações a verdadeira essência do Popping.

Características do Popping:

Toda a técnica da dança está na contração da musculatura do braço, antebraço, perna, peito e pescoço. O dançarino relaxa e contrai o músculo como em um choque elétrico.

Graffiti, Arte de Rua

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Conhecido pelo nome original “grafito”, o graffiti pode ser considerado a primeira forma de escrita do mundo. Durante a década de 60, o graffiti assume nas ruas da França e Itália, um formato um tanto diferenciado pelo qual estamos acostumados a identificá-lo, sem a predominância multicolorida, com letras e desenhos abstratos e tridimensionais, que nos permitiria admirá-los, sendo visto através de frases de resistência à um sistema opressor (bem parecido com àquelas frases de “fora FHC” ou a famosa “Diretas Já!” que predominam ainda hoje nos muros de nossa cidade). Já na década 70, o graffiti reaparece, só que desta vez, nos Estados Unidos. Assumindo um estilo de protesto diferente dos países europeus, ele adquire um formato bem próximo do que viria a ser o seu original nos anos seguintes: com frases e desenhos multicoloridos nos vagões de metrô. Então, é neste período que a “graffiti spray can art” passa a assumir o seu formato definitivo, sendo vista de maneira frontal, e direcionando o seu nome o quanto arte e desenvolvendo estilos, sendo praticada agora pelos adolescentes negros e hispânicos dos bairros nova-iorquinos. Inspirados por nomes como Vaungh Bodê (cartunista muito popular na época, que retratava em seus quadrinhos um mundo de magia e fantasia, num ato de protesto à guerra do Vietnã), estes jovens, numa busca, mesmo que inconsciente, de sua afirmação social, procuravam dar asas aos seus estilos nos vagões de metrô, paredes de linhas férreas, prédios abandonados, muros e becos da cidade de Nova Iorque:

“Era como pular uma cerca, uma cerca escolar. Você escreve seu nome no pátio, espera o trem passar, e daí ganha o dia: Uau! Meu nome está viajando em Nova Iorque inteira!” – (KRS-One/ rapper e grafiteiro)

Nomes como Taki 183, Lee Quiñones, Phase 2, Blade, Daze, Crash, Zephyr, Lady Pink, Noc e Kase 2 fizeram do graffiti uma das linguagens mais fortes de uma juventude desassistida, vivendo em uma comunidade à mercê da violência e das drogas. É importante ressaltar, que, muitas vezes esses “writers”, foram freqüentemente confundidos pela lei como integrantes de gangues de rua, pelo fato destas utilizarem muitas vezes de alguns estilos do graffiti para a demarcação dos seus territórios.

Estilos:

Tag – assinaturas feitas à base do spray, ou, em algumas circunstâncias, canetão. É considerado a assinatura do “writer”. É também visto no formato de frases que complementam um desenho ou um outro estilo de letra. Quando utilizado negativamente, ele pode ser interpretado como o que conhecemos pateticamente por “pichação”.

Throw-up – estilo de pintura elaborado de forma rápida, sem muitos detalhes na estética, que simula algo proibido como a pichação, à base de duas ou três cores apenas, através de rolos para encher as letras e desenhos e sprays para contornos.

Piece – bem similar a forma dos hippies, este estilo pode ser considerado um dos primeiros na escala evolutiva do graffiti em Nova York. Ao contrário do throw-up, suas letras e desenhos apresentam um tom de estética mais apurado e a liberdade de se trabalhar com um número superior a três cores. É também, bem apreciado pela sua facilidade de interpretação.

3D – um dos mais sofisticados estilos de graffiti. Desenvolvido já no fim dos anos 80, o 3d é o “Salvador Dali” do graffiti, com suas letras e desenhos tridimensionais, que possibilitam, muitas vezes, a interpretação única de quem é do meio somente.

Para que você tenha uma idéia mais profunda do que vem a ser a arte do graffiti no Rio de Janeiro, a crew carioca “Nação Gaffiti”, formada pelos writers Chico, Ment e Airá “O Crespo”, freqüentemente realizam em nosso estado, seminários e work shops com a intenção de difundir corretamente esta cultura. E mais precisamente em Campo Grande, entre tantos bons grafiteiros, podemos destacar o trabalho competente de Gil.

Aprenda como fazer grafite online com seu nome.

História do Rap Brasileiro

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Brasil Hip Hop, o mundo do Hip Hop Brasileiro, para você amante do Hip Hop. Performances dos bboys e bgirls do nosso brasil.
Todos os elementos aqui, Rap, Break, Graffiti e DJ.

A cultura Hip Hop, da qual o rap faz parte junto com o grafite e a dança break, deu o ar da sua graça no Brasil no começo dos anos 80 (poucos anos depois de seu surgimento, nos Estados Unidos), mais notadamente em São Paulo. Ela chegou pelas mãos das equipes que faziam os bailes soul e dos discos e revistas que começaram a ser vendidos em lojas nas galerias da Rua 24 de Maio, no Centro (mesmo local onde, na mesma época, encontravam-se os integrantes do nascente movimento punk). Os primeiros a aparecer foram os dançarinos de break que, expulsos pelos comerciantes e policiais da região, transferiram-se para a estação de metrô São Bento. Logo houve uma cisão entre esses breakers e os rappers (também conhecidos como tagarelas), que começavam a fazer seus versos e tiveram que se bandear para a Praça Roosevelt. Pouco tempo depois, eles se tornaram a facção mais forte e atuante do hip hop paulistano, levando até alguns breakers a tornarem-se rappers.

O registro inicial do rap brasileiro é a coletânea Hip Hop Cultura de Rua (1988, Eldorado). Ela trouxe faixas dos grupos Thaíde e DJ Hum (produzidas por Nasi e André Jung, do grupo de rock Ira!), MC Jack, Código 13, entre outros. Debutava no Brasil o estilo musical baseado em falas ritmadas despejadas por cima de bases dançantes tiradas de discos de funk, com eventuais scratches (os arranhões, efeito que os DJs obtêm ao fazer o disco ir para frente e para trás no prato). No entanto, a estética discursiva típica do rap já havia sido usada, um ano antes, para a confecção de um grande sucesso de rádio: Kátia Flávia, que o carioca Fausto Fawcett gravou com os Robôs Efêmeros. Os scratches também já haviam aparecido em disco em Estação Primeira (87), da banda paulistana Gueto.

Em 1988, outra coletânea de rap foi lançada em São Paulo: Consciência Black (primeiro disco do selo Zimbabwe). Nela, estava um grupo que daria muito o que falar nos anos seguintes: os Racionais MCs. Em suas duas músicas, Pânico na Zona Sul e Tempos Difíceis, Ice Blue, Mano Brown, Edy Rock e o DJ KlJay deram uma visão nada amenizada de como era dura a vida do jovem negro e pobre que mora na periferia paulistana, perdido entre o crime e a injustiça social. No começo dos anos 90, Thaíde e DJ Hum e os Racionais eram reconhecidos com os mais sérios e importantes nomes do rap paulistano, sempre envolvidos com campanhas de conscientização da juventude e movimentos de divulgação, unificação e promoção do hip hop no Brasil.

Em 1993, quando lançou seu terceiro LP, Raio X Brasil, os Racionais eram uma unanimidade na periferia, atraindo até 10 mil pessoas por show, e foram convidados para abrir a apresentação paulistana do Public Enemy, um dos mais importantes grupos do rap americano. As músicas desse disco independente – em especial Fim de Semana no Parque e Homem na Estrada – conseguiram furar o bloqueio das rádios, levando o nome da banda a um público que talvez nem suspeitasse haver músicas de tal contundência. Logo, foi editado pela Continental um CD reunindo as músicas dos três discos dos Racionais.

Naquela mesma época, surgiu no Rio de Janeiro uma inesperada força do rap: o adolescente branco de classe média alta Gabriel Contino, vulgo Gabriel o Pensador, que estourou no final de 1992 nas rádios com a música Tô Feliz, Matei o Presidente, direcionada para Fernando Collor, que havia acabado de renunciar em meio a um processo de Impeachment por corrupção. Contratado por uma grande gravadora, ele voltou às FMs com músicas como Lôraburra e Retrato de um Playboy, que, apesar do tratamento mais pop da produção, traziam em suas letras violentas críticas aos costumes da abastada e deslumbrada juventude carioca. Pouco tempo depois, Gabriel (que sempre procurou estar ligado ao movimento hip hop), participou da primeira coletânea de rap carioca, Tiro Incial, da qual fez parte outro nome do qual se iria ouvir falar: o rapper MV Bill, da Cidade de Deus.

Paralelamente, o rap se espandia para outras partes do Brasil, inspirando uma série de artistas, como o Câmbio Negro e o GOG (de Brasília), o Faces do Subúrbio e o Sistema X (de Recife, onde também surgiu o rapper-embolador Chico Science), Da Guedz e Piá (Porto Alegre) e Black Soul (Belo Horizonte). Mais para o meio da década, o rap experimentou no Brasil suas primeiras fusões com o rock, em bandas como a carioca Planet Hemp (de Marcelo D2) e em grupos de rap que viraram banda, como o paulistano Pavilhão 9 (referência ao local no presídio do Carandiru onde mais de 100 presos foram executados de uma vez só pela polícia) e Câmbio Negro.

O grande momento do rap brasileiro, porém, foi em 1998, quando os Racionais MCs lançaram o disco Sobrevivendo no Inferno, a obra-prima do rap nacional, que ultrapassou a barreira da periferia paulistana com a música Diário de um Detento. Relato de um prisioneiro do Carandiru sobre a rotina e suas elocubrações no dia 1o de outubro de 1992 – ou seja, um dia antes do massacre. O videoclipe, gravado no próprio Carandiru, acompanhou em ritmo de documentário a arrepiante letra de Mano Brown. Acabou sendo escolhido pela audiência da MTV o melhor vídeo do ano. O disco, que ainda trazia músicas como Jorge da Capadócia (de Jorge Ben Jor), Capítulo 4, Versículo 3 e Periferia é Periferia (Em Qualquer Lugar), Sobrevivendo vendeu mais de um milhão de cópias, recorde para um lançamento independente. Prova da incrível popularidade (e credibilidade) conquistada pela banda – em maior grau, entre o público da periferias das grandes cidades brasileiras, ainda que a sua mensagem tenha tido alguma penetração entre a juventude branca de classe média.

O sucesso dos Racionais garantiu uma boa exposição para o rap brasileiro, levando as gravadoras a contratar mais e mais artistas do gênero no fim dos anos 90 (época em que o rap também esteve mais forte do que nunca nos Estados Unidos). MV Bill, apadrinhado dos Racionais, relançou seu disco de estréia CCD Mandando Fechado com o título Traficando Informação pela gravadora Natasha, de Paula Lavigne, mulher de Caetano Veloso – e, no Free Jazz Festival de 1999, apresentou-se com o grupo de rap americano The Roots. Marcelo D2 lançou seu primeiro disco solo, Eu Tiro É Onda (98), que trouxe uma inspirada fusão de rap com samba.

Em Recife, o Faces do Subúrbio apostava, por sua vez, na embolada-rap. São Paulo, porém, permaneceu sendo o grande foco da produção de rap no Brasil, com uma forte cena baseada em uma série de selos independentes. De lá, saíram nomes como DMN, De Menos Crime, RZO, Xis e Dentinho e os Detentos do Rap, formado por presidiários do Carandiru (cujo primeiro disco trazia a irônica inscrição: “Contatos para shows: não disponível no momento). Aliás, a fascinação do rap pelo tema da criminalidade (expresso nos Estados Unidos na chamada vertente Gangsta Rap) levou uma série de artistas a gravarem, em 1999, um disco só com composições de um dos mais célebres bandidos cariocas, o ex-líder do tráfico José Carlos dos Reis Encina, o Escadinha.

A História do Hip Hop

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A cultura hip hop é formada pelos seguintes elementos: O rap, o graffiti e o break. Rap – rhythm and poetry, ou seja, ritmo e poesia, que é a expressão musical-verbal da cultura; Graffiti – que representa a arte plástica, expressa por desenhos coloridos feitos por graffiteiros, nas ruas das cidades espalhadas pelo mundo; Break dance – que representa a dança.

Os três elementos juntos compõe a cultura hip hop. Que muitos dizem que é a “CNN da periferia”, ou seja, que o hip hop seria a única forma da periferia, dos guetos expressarem suas dificuldades, suas necessidades de todas classes excluídas.

O termo hip hop, alguns dizem que foi criado em meados de 1968 por Afrika Bambaataa. Ele teria se inspirado em dois movimentos cíclicos, ou seja, um deles estava na forma pela qual se transmitia a cultura dos guetos americanos, a outra estava justamente na forma de dançar popular na época, que era saltar (hop) movimentando os quadris (hip).

Em meados dos anos 70 no Bronx, cidade de Nova Iorque, só existiam dois bons deejays conhecidos que eram Kool D.J. Herc e Kool Dee.
Kool D.J. Herc foi o maior e mais seguido de todos os D.Js. do Bronx.

De qualquer modo em meado dos anos 70 outro jovem D.J. que foi inspirado por kool D.J. Herc, Kool D.J. Dee, Disco King Mario, começou aparecer e crescer no cenário da música B.Beat chamado Afrika Bambaataa.

Ele tinha algo de grandioso da música B.Beat de Kool Herc, ele começou a trazer novos discos e fazia as pessoas dançarem como um trovão, e decidiu de chamá-los de ZULU NATION. Nos próximos anos Bambaataa seria o responsável por várias gírias no movimento. Nesta mesma época apareceu outro D.J. com o nome de Grand Máster Flash, que ajudou a reformular o jeito de rimar em cima dos Break Beats. Não foram Sugarhill Gang, D.J. Hollywood ou Eddie Chebba e Kurts Blow que começaram a rimar em cima dessas batidas, foram realmente Grand Máster Flash, Mele mel, Kid Creole e Keith Cowbow que começaram o fenômeno das rimas.

Se existe alguém responsável pela criação da música Break Beat, foram Kool D.J. Herc, Afrika Bambaataa e Grand Master Flash, os que vieram depois só ajudaram a construir o que chamamos de HIP-HOP.

O RAP:

Como já disse anteriormente rap quer dizer ritmo e poesia. Ao contrário de que muitos pensam e dizem por aí, o rap foi criado na Jamaica e não nos Estados Unidos… Por volta de 1960 na Jamaica existiam os “sound systems” muitos populares na ilha, pois sem dinheiro a população dos guetos iam para as ruas e ficavam escutando músicas nesses “sound systems” que eram na época algo como hoje em dia é um trio elétrico para nós aqui, só que em escalas bem, mais bem menores…Daí então com as músicas com ritmos jamaicanos rolando os “toaster” que eram como os mc’s (mestre de cerimônias de hoje) ficavam falando frases e discursos sobre as carências da população, os problemas econômicos, a violência nas favelas, enfim sobre a dificuldade em geral da classe baixa dos guetos.

A ida desta nova forma de música para América até então, aconteceu no início de 1970, pois vários jamaicanos tiveram que deixar a ilha do Caribe e emigrarem para a América por problemas econômicos e políticos…. Um dos caras que foram para os USA e desembarcaram em Nova Iorque, foi o dj Kool Herc – trazendo em sua bagagem toda a sua experiência naquele ritmo dos guetos da Jamaica.

Daí então com a divulgação do novo estilo de se fazer música até então, desconhecido por lá, começou a surgir grupos de rap por todo gueto de NY… Quanto ao primeiro registro fonográfico de rap, a divergências entre os estudiosos, alguns dizem que foi o grupo “Sugar Hill Gang” que gravou o 1º registro em vinil para o grande público, outros falam que foi o grupo “Fatback” com a célebre “King Tim Ill” por volta de 1978.

O GRAFFITI

O graffiti em si não há uma citação na história do hip hop onde ele começou primeiro, ou de que forma foram criadas letras e formas de se desenhar, mas há quem diga que ele foi o primeiro elemento a se formado. Naquela época gangues disputavam demarcando becos, muros e trens com seus nomes. Aos poucos a demarcação foi tomando segundo plano para uma verdadeira e nova forma de expressão artística, onde garotos com seus elementos futuristas ditavam novos estilos com o bico do ‘spray’ (nuts). A influência latina é algo que podemos dizer que existe muito forte em todo trabalho…pois os maiores artistas veêm de países como, Colombia, Porto Rico e Bolívia…dos vários artistas do graffiti mundial citamos, Ramon Herrera, Lee Quiñones, Miguel”paco paco”Ramirez, Sandra “lady pink” Fabara, Futura, entre vários outros.

O HIP HOP NO BRASIL

O nome HIP HOP surgiu no Brasil na década de 80. Ainda não existiam movimentos que retratavam exatamente o fundamento, o significado na íntegra desta cultura, porque todo aquele povo da época (a grande maioria) desconhecia este nome HIP HOP. O que na época foi propagado e muito na mídia, era a febre chamada BREAK DANCE.

Break era a dança do momento na época, que jamais deixou de ser um elemento importantíssimo e imprescindível para o crescimento do movimento no Brasil.

Sendo assim: 1984, foi o ano oficial da chegada da Dança de Rua no Brasil e o surgimento dos B.Boyings, Poppings e Lockings.
Dizem que existiram pessoas isoladas que já começaram a dançar em meados de 1983, mas foi mesmo em 1984 que a mídia, através dos jornais, documentários, revistas, comerciais de TV e filmes que propagou em massa a chegada da nova dança.

Em todos os lugares via-se pessoas com roupas coloridas, óculos escuros, tênis de botinha, luvas, bonés e um enorme rádio gravador mostrando os primeiros passos, do que se tornaria mais tarde uma cultura bem mais complexa.

Todos aqueles que tinham uma certa afinidade pela dança foram influenciados pelas cenas do filme Flash Dance, os vídeos clips de Lionel Ritchie, Malcom McLarem e outros. Sendo que não podemos deixar de mencionar em hipótese alguma que o Rei do Pop Michael Jackson, lançou para o mundo o famoso Back-slide, inventado pelo Grupo Electric Boogaloo, que muitos Poppers viram e utilizaram muito no Brasil.
Na terra brasilis o hip hop na década de 80, contou também com as equipes de Som, estilo black music, como: Chic Show, Black Mad e Zimbabwe e algumas revistas. E é claro dos discos que apareciam na galeria da rua 24 de maio.

Os primeiros talentos tupiniquins, Nelsão Black Soul ou Nelsão Triunfo dançando break, conhecido também como “homem árvore” e sua turma o “Funk Cia.”, que inclusive fizeram à abertura da novela Partido Alto, na Rede Globo, sem esquecer que o Funk Cia. já vinham de muito tempo atrás; desde a época do Black Power dançando Funky no bailes de São Paulo.

Recém chegado dos E.U.A. um garoto chamado RICARDO do Grupo Electric Boogies, foi considerado por alguns o 1º B.Boy brasileiro, pois trazia do exterior os primeiros passos de Break para a revista: Dance o Break.

Thaíde e o Humberto, ou melhor, o Dj Hum, MC Jack que também é DJ, Pepeu, Racionais Mc’s. General G.,Considerado o melhor vocal e a melhor levada de Rap, ele simplesmente desapareceu do mapa. MC Mattar, nome artístico (pseudônimo) utilizado por Marcelo Cirino.

Quem não se lembra da música: “Mas que linda estás”??? Do Grupo Black Junior’s. Os irmãos Metralhas, também apareciam no cenário.
Esses nomes mencionados acima, embora alguns desconheçam e ignoram o fato, foram os primeiros Rappers a gravar disco de vinil
Grandes nomes como Fábio Macari, DJ Cuca e a dupla dinâmica, bombástica e irreverente de brancos, chamada: “Dinamic Duo”, foram e são as verdadeiras enciclopédias do Hip Hop no Brasil.

Na época existia um concurso nacional de Break, o inesquecível Programa de auditório Barros de Alencar, que apresentou os grandes Poppers como Os Cobras e as Buffalo Girls e a grande final entre Os Dragon’s Breaker’s versus Gang de Rua (de Santos).
O Gang de Rua, foi fundado por Marcelo Cirino, e contava com mais três integrantes: Tijolo, Jorge Paixão e Daniel Paixão (hoje o rapper da gravadora Trama: Criminal D.).

Depois da febre de 85, surgiram nomes como: Back Spin, Jabaquaras Breakers, Red Crazy Crew, Street Warrior’s e Nação Zulu, que mantiveram vivo a arte do B.Boy.

Toda essa galera se encontrava na 24 de maio, em São Paulo, mas, começaram as implicações das lojas, com isso tiveram que mudar de localidade, indo para a Estação São Bento do metrô…Com uma divisão ocorrendo neste período da São Bento, outro grupo foi para a Praça Roosevelt e dalí surgiu o “Sindicato Negro”.

Já em agosto de 1989 um cara chamado Milton Salles criou a MH2O “Movimento Hip Hop Organizado”, ele Sales nesta época era produtor dos Racionais Mc’s e foi até 1995, ao MH2O foi muito importante pois criava várias oficinas nas periferias, shows gratuitos nos guetos e divulgou muito o rap para o grande público.

Hoje em dia, Milton Sales é responsável pela Companhia Paulista de Hip Hop, que continua tendo o mesmo intuito divulgar a cultura do hip hop.

Os 4 elementos do Hip Hop são:

– O BREAK: representa o corpo através da dança;
– O MC : a consciência, o cérebro;
– O DJ: a alma, essência e raiz;
– O GRAFFITI: a expressão da arte, o meio de comunicação.

Hoje em dia, existem muitos hip-hops espalhados pelo Brasil, principalmente em São Paulo, que se auto-intitulam os conhecedores e entendidos da cultura. Dizendo que isso é, isso não é Hip-Hop, ao invés de fazer algo para o engrandecimento ainda maior do movimento, e não fazem.

Nome dos Movimentos de Break

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Head Spin (Giro de Cabeça)

Chair FreezesCC Long Footwork (6 step )

Four Step (quatro passos)

Swipe (corte)

Baby Bridges (ponte)

Chair FreezesTrack (Floor)

conhecida como “Hélice” no BrasilBack Spin (Giro de Costas)

Giro de Mão (chamado 1990’s ou nineties nos EUA)

Hand Glide (escorregão de mão)

Windmills ou Contínuos (conhecido como Moinho de Vento no Brasil)

Tap Head Spin (Giro de Cabeça Contínuo)

Air Tracks (conhecido no Brasil como Loko)

Halos conhecido como “Pião Japonês” no BrasilNinja FreezeHead GlidesAxle também conhecido como Star Track ou Air FlarePlank FreezeSpyderman Footwork, é o chamado footwork “Homem Aranha”Air BabElbo Spin: giro de cotoveloBouncin CE CE’sSwirl (Redemoinho)

Transição do Moinho de vento (Continuous ou Windmill)

para o Giro de mão (1900’s)

Wrist 90’s: é a parada de mão com uma mão só.Wrist 90’s girando: giro de mão com o pulso (parte de trás da mão).Elbo Slide: é um escorregão

(slide) com o cotovelo.Double Leg Sw

DANÇA DE RUA MARANHÃO

Dança de Rua Maranhão, para todos os bboys de plantão, para amantes do HIP HOP.

Vídeo Aula Powermove – Windmill / Moinho de Vento

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O Moinho de vento é um powermove do breakdancing que combina técnicas de ginástica e dança de rua ao estilo urbano. Inventado por Crazy Legs da Rock Steady Crew de Nova York, o Moinho tornou-se um movimento básico para os bboys, e é a base para técnicas mais difíceis.
Windmill ou Moinho de vento, como é popularmente conhecido no Brasil, é um Power Move muito conhecido entre os bboys e até mesmo bgirls, isso por ser um power move muito fácil e que não exige tanto esforça físico e tanta técnica assim como o Flare e Air Flare.

Sobre o vídeo aula

A Nossa serie de tutoriais Como Dançar Break tem sido totalmente desenvolvida pelo nosso instrutor Mano Mion, que vem criando vídeos aulas de grande qualidade em um ordem específica para facilitar seu aprendizado, no entanto, neste capítulo 15 o tutorial desenvolvido é tratando-se sobre o Moinho de vento, como nos vídeos aulas anteriores já tínhamos tratados dos fundamentos básicos do bboy, hoje nós passaremos para um outro nível que inclui o elemento Power Move, que são os saltos e giros, portanto, veja as dicas com bastante atenção para que você tenha um bom êxito.

Como todos os tutoriais disponíveis em nosso site são selecionados exclusivamente para lhes proporcionar maior facilidade para você aprender de forma adequada a dança breaking, no vídeo aula de hoje não será diferente, o mesmo aborda todos os passos para você aprender de forma correta e fácil o Windmill. O vídeo aula moinho de vento segue os mesmo critérios que os outros vídeos aulas anteriores; boa qualidade, idioma português e atende todas as exigência eliminando todas dúvidas mais comuns para todos que ainda não conhecem as técnicas de breaking.

Antes de tentar um moinho de vento real, é preciso conceituar o que os movimentos parecem sem força.

  1. Deite-se de frente com a sua propagação pernas. Arch suas costas e levantar as pernas até atrás de você como você pode.
  2. Simultaneamente roll em seu ombro esquerdo e levante a perna direita o mais alto possível, de modo que você termine a seu lado com a perna direita diretamente no ar e sua perna esquerda paralela, mas não tocando o chão.
  3. Swing sua perna esquerda em sua direita como você rolar para trás, assim que você termina de costas com as pernas e sua propagação, tanto no ar.
  4. Simultaneamente rolar para o lado direito, levantando a perna esquerda no ar o mais alto possível, e sua perna direita paralela ao chão.
  5. Swing sua perna direita em sua esquerda como você rolar na sua frente, terminando com as pernas levantadas atrás de você, tanto quanto possível.

Uma vez que você praticou esses movimentos básicos, você está pronto para tentar Windmills completo. As indicações abaixo são para a realização Windmills sentido anti-horário.

  1. Ajoelhado no chão, plante seu cotovelo esquerdo firmemente em seu estômago e segure o braço direito um pé na frente de seu rosto. Lean em frente, colocando suas mãos no chão e manter seu cotovelo em seu estômago, para que seu peso é distribuído principalmente em seu antebraço esquerdo. Estique os joelhos e afaste as pernas para fora e para trás. Esta é a posição de instalação.
  2. Mantendo as mãos no chão, levante a perna esquerda, tanto quanto é possível atrás de você e dobrar o joelho esquerdo. Seu rosto deve ser empurrada para baixo, perto do chão.
  3. Chute a perna direita para cima e para a direita tão duro como você pode, então o seu swing perna esquerda paralela ao chão com a perna direita. Como sua perna esquerda está balançando, empurrar o chão com as mãos e rolar sobre seu ombro esquerdo. O impulso das pernas continuará a puxar-lhe por cima do ombro e em sua parte superior das costas. Ligeiramente dobra seu queixo em seu peito durante este movimento.
  4. Com os braços ainda em suas posições originais e as pernas no ar, balanço a perna direita tão duro como você pode, em seu lado esquerdo, girando o tronco de seu superior de volta ao seu ombro direito. Swing suas mãos para a direita com a aproximação do solo, preparando-se para plantar seu cotovelo esquerdo de volta para o seu estômago como você continuar a girar.
  5. Como as pernas continuam a balançar, rodar a partir de seu ombro para as mãos. Você deve terminar em uma pose semelhante à posição de instalação, com as pernas levantadas no ar atrás de você e sua cabeça perto de tocar o chão .. Empurre fora do chão tão duro como você pode de modo que seu corpo mais baixo é levantada tão alto no ar possível. Swing sua perna esquerda com a direita, e gire o tronco de suas mãos, para o seu ombro, e em sua parte superior das costas.
  6. Continue girando o peso de seus braços, ao ombro esquerdo, a parte superior das costas, ao ombro direito, para os braços, balançando as pernas alternadamente em cada instituição. No seu balanço as pernas, swing-los cada vez mais difícil, por isso que você ganha ímpeto e aumentar a velocidade.

Confira outras dicas para aperfeiçoar

Existe diversos meios de você treinar e evoluir rápido nos movimentos, muitos deles dependem muito de sua habilidade inata e outros de alguns critérios com relação a sua forma de treino e algumas adaptações necessárias no decorrer de seus treinos, conheça dicas com as melhores técnicas para você melhorar no aprendizada deste powermove e de outros mais, confira;

  1. Dicas para melhorar o Moinho de vento;
  2. Como treinar power move;
  3. Como se tornar um Powerhead.
  4. Dicas para ganhar força e resistência física;

Após ter aprendido o Moinho de vento, confira dicas para ajudá-lo aperfeiçoar o moinho de vento em diversos aspectos, envolvendo agilidade, abertura, velocidade, veja:

A relação com outros Power Moves

Diferente de muitos spin moves, o moinho tem uma grande relação com o Flare, no meio dos power moves pode ser considerado um dos mais fáceis de fazer transições para outros power moves, com já foi citado anteriormente, uma das transições mais fáceis é Flare e moinho, vice-versa. Confira nosso vídeo aula acompanhado de dicas para você aprender também a forma correta para fazer Flare e Moinho de Vento.

Tutorial Moinho de VEnto com o Bboy Cico

Nesse vídeo você aprenderá as bases para fazer o moinho de vento muito fácil. Todas as dicas são de um dos melhores Power heads do Mundo, o famoso Bboy Cico.

Como Dançar Break dance – Flare – Cap. 23

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Videos Aulas de Flare, para você que precisa de umas dicas importante para pegar este power move que é considerado um dos movimentos mais importante no mundo dos power moves, é este que dar resistência para o Bboy, alem de ser um move muito bonito!!!

Créditos

Videoaulas de Break Dance Para iniciantes aula 22 – Flare
Camera: Marcelo (B-Boy Mms)
Direção: Mano Mion
Edição e atuação: Mano Mion

História do Hip Hop

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A Dança de Rua surgiu através dos negros das metrópoles Norte Americanas. As primeiras manifestações surgiram na época da grande crise econômica dos EUA, em 1929, quando os músicos e dançarinos que trabalhavam nos cabarés ficaram desempregados e foram para as ruas fazer seus shows.

Em 1967, o cantor James Brown lançou essa dança através do Funk. O Break, uma das vertentes do Street Dance, explodiu nos EUA em 1981 e se expandiu mundialmente, sendo que, no Brasil, devido à sua cultura, os dançarinos incorporaram novos elementos de dança. Em janeiro de 1991, foi criado na cidade de Santos, o primeiro curso de “Dança de Rua” no Brasil, idealizado e introduzido pelo coreógrafo e bailarino Marcelo Cirino, baseado em trabalho prático e de pesquisa, desde 1982. O curso virou projeto e para alguns “religião”, sempre com o apoio da Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Santos. Hoje sua repercussão mundial, retrata o reconhecimento do trabalho e não um simples modismo.

A HISTÓRIA DO HIP HOP

A cultura hip hop é formada pelos seguintes elementos: O rap, o graffiti e o break. Rap – rhythm and poetry, ou seja, ritmo e poesia, que é a expressão musical-verbal da cultura; Graffiti – que representa a arte plástica, expressa por desenhos coloridos feitos por graffiteiros, nas ruas das cidades espalhadas pelo mundo; Break dance – que representa a dança.

Os três elementos juntos compõe a cultura hip hop. Que muitos dizem que é a “CNN da periferia”, ou seja, que o hip hop seria a única forma da periferia, dos guetos expressarem suas dificuldades, suas necessidades de todas classes excluídas.

O termo hip hop, alguns dizem que foi criado em meados de 1968 por Afrika Bambaataa. Ele teria se inspirado em dois movimentos cíclicos, ou seja, um deles estava na forma pela qual se transmitia a cultura dos guetos americanos, a outra estava justamente na forma de dançar popular na época, que era saltar (hop) movimentando os quadris (hip).

Em meados dos anos 70 no Bronx, cidade de Nova Iorque, só existiam dois bons deejays conhecidos que eram Kool D.J. Herc e Kool Dee.

Kool D.J. Herc foi o maior e mais seguido de todos os D.Js. do Bronx.

De qualquer modo em meado dos anos 70 outro jovem D.J. que foi inspirado por kool D.J. Herc, Kool D.J. Dee, Disco King Mario, começou aparecer e crescer no cenário da música B.Beat chamado Afrika Bambaataa.

Ele tinha algo de grandioso da música B.Beat de Kool Herc, ele começou a trazer novos discos e fazia as pessoas dançarem como um trovão, e decidiu de chamá-los de ZULU NATION. Nos próximos anos Bambaataa seria o responsável por várias gírias no movimento. Nesta mesma época apareceu outro D.J. com o nome de Grand Máster Flash, que ajudou a reformular o jeito de rimar em cima dos Break Beats. Não foram Sugarhill Gang, D.J. Hollywood ou Eddie Chebba e Kurts Blow que começaram a rimar em cima dessas batidas, foram realmente Grand Máster Flash, Mele mel, Kid Creole e Keith Cowbow que começaram o fenômeno das rimas.

Se existe alguém responsável pela criação da música Break Beat, foram Kool D.J. Herc, Afrika Bambaataa e Grand Master Flash, os que vieram depois só ajudaram a construir o que chamamos de HIP-HOP.